Feira de jogos nos Estados Unidos revela novidades do mundo virtual. Tecnologia que captura movimentos humanos e os reproduz na tela é a nova tendência dos games.
Que multidão e o evento não é aberto ao público. Na maior feira de videogames dos Estados Unidos, a E3, com 300 expositores, só entram jornalistas e profissionais da área. Profissionais, aliás, sem a menor pinta de homens de negócios. Mas os caras são do ramo. São feras e são milhares.
Para um evento desse tamanho, e sobre altíssima tecnologia, o Fantástico conta com um guia: Gustavo Petró, repórter que cobre videogames para o G1, o portal de notícias da Globo. O repórter, de 27 anos, visita a feira pela segunda vez e conhece tudo desse mundo, um mundo onde coisas estranhas acontecem.
O repórter Álvaro Pereira Júnior aproveita para testar aquela que é uma das tendências da E3: os jogos 3D, em terceira dimensão. Em um dos jogos de luta, cada vez que o joystick chacoalha significa que o jogador tomou um soco. Chega de apanhar, é melhor tirar os óculos. Mesmo sem eles, continuamos na terceira dimensão.
Um aparelhinho preto é uma das grandes novidades; das grandes revoluções da feira de videogames. O repórter Gustavo Petró explica o que ele tem de novo: “você vai poder jogar games em 3D sem precisar usar os óculos especiais. Em videogame é a primeira vez que se tem algo parecido. Trata-se de outra forma de criar combate e maior interação com o jogador”. Segundo o fabricante, o aparelho deve ser lançado no ano que vem, ao mesmo tempo nos Estados Unidos e no Brasil.
Mais uma caminhada pelos imensos galpões da exposição e, em meio a corridas, brigas, violência e ação, aparece um joguinho que a gente pode chamar de "fofo". Nicolas Doucet, produtor e desenvolvedor do jogo explica que uma câmera fica apontada para o jogador. Assim, a própria sala de casa é o cenário da brincadeira. O bicho adora um carinho. Dá para dar um banhinho nele também. Ele também desenha. O desenho vira real - quer dizer, pelo menos, na tela. O bichinho sai voando.
Mas o grande voo dessa exposição, um salto mesmo para o futuro, são os videogames que fazem de tudo, sem nenhum controle, nada nas mãos: ideia de Alex Kipman, engenheiro de Curitiba, de 31 anos, filho de diplomata, que trabalha nos Estados Unidos, onde também fez faculdade.
Ele conta mais detalhes sobre a invenção: “primeira coisa que você está vendo é que o sistema me scaneou e colocou dentro do sistema. O sistema conhece a minha altura, sabe o meu peso, sabe a distância dos meus braços. Então, você vê que agora todos os menus são acessíveis por mim aqui fora e estão todos bem pertinho da minha mão. Eu sou o carinha de laranja que está se mexendo na TV”.
Mas como a tela sabe o que ele está fazendo? O próprio inventor conta o segredo. “Nós temos um sensor que essencialmente entende fundamentalmente humanos e sabe ver o humano e colocar o humano no mundo virtual”.
Pausa para os autógrafos, e o Alex mostra outro jogo. Neste, usamos o corpo inteiro para jogar e as mãos para dirigir o carro. “Quando entra na curva, para dar um drift, eles colocam a bunda para o lado e usam o corpo inteiro para derrapar o carro, para fazer truque com o carro no ar”, explica Alex.
O repórter Gustavo Petró dá a avaliação final. “Eu acho que essa tecnologia de captura dos movimentos que consegue colocar o jogador para dentro do game, sem aparelho nenhum, vai continuar para a próxima geração de jogos e videogames”.
fonte:http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1601402-15605,00-BRASILEIRO+CRIA+GAME+QUE+NAO+PRECISA+DE+CONTROLE.html
A tecnologia na comtemporaneidade chegou a esse ponto mas ela não irá parar tão cedo isso nos reflete ate que ponto podemos em que o ser humano pode chegar acredito que daqui alguns anos teremos jogos que só precisaram do pensamento para executar uma jogada.
ResponderExcluirJustino Junior, nem sei se vai ler, mas não sei bem onde verifiquei e já existe um estudo com tal tecnologia oO
ResponderExcluirÉ interessante de ver o quanto a criatividade pode fazer com que a tecnologia evolua, em breve acredito que estarão fundindo varias áreas para conseguir algo novo e que onde se acreditava ser apenas ficção torne-se realidade.
Tá aqui uma matéria que mostra isso que o Justino nunca viu: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/forca-do-pensamento-controla-game-apresentado-na-e3.html
ResponderExcluirE a tendência é essa, sempre surgir coisas que em nossa mente só seria possível em filmes de ficção.
A velocidade dos avanços tecnológicos é impressionante, ao ponto de comprarmos hoje um aparelho de última tecnologia, onde com menos um mês depois surge outro incrivelmente superior ao que possuimos.
È muito interessante esses video game pois,. A tecnologia 3D adiciona muita profundidade e enriquece a experiência de dirigir. Curvas e distâncias de frenagens são mais fáceis de serem percebidas no 3D, e o interior dos carros se torna muito mais realista.”essa e a nossa modernidade.
ResponderExcluirA tecnologia evolui a cada minuto, é como um piscar de olhos... Não curto muito essa de video game, mas que é uma evolução significativa para a modernidade, isso sem sombras de dúvidas
ResponderExcluirÉ...essa evolução realmente é muito significativa, a imagem em 3D nos trasmite uma realidade em forma de ficção ,fazendo com que as imagems, os vídeos,se tornem profundamente emocionantes, tembém de uma certa forma estamos evoluindo para a tal modernidade.
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